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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Invensas anuncia memórias RAM menores e mais eficazes

(Fonte da imagem: Divulgação Invensas)
A empresa Invensas anunciou que irá demonstrar durante o fórum de desenvolvedores da Intel, em São Francisco, um novo módulo de memória que promete ter menor tamanho e maior capacidade.
Embora as telas dos aparelhos celulares estejam ficando cada vez maiores, os componentes internos seguem direção oposta. E é pensando nisso que a Invensas tem feito desenvolvimentos na área de memórias. Os modelos, chamados de xFD, possuem as seguintes características:
  • Aumenta a capacidade e diminui o tamanho médio do componente de 25 a 35% verticalmente em relação às soluções convencionais;
  • Melhora o consumo de energia do componente de 50 a 70%;
  • Provém uma melhoria de 20 a 30% na transferência de calor.
Além dessas vantagens, os novos módulos de memória custam menos para serem produzidos que a tecnologia DRAM atual. Isso porque eles implementam um fluxo de dados paralelo, exigindo menos ouro e outros materiais na sua confecção.

NVIDIA confirma chips com arquitetura Kepler para 2012

Próxima arquitetura para processadores ainda não chega em 2011. (Fonte da imagem: Divulgação / NVIDIA)
A NVIDIA confirmou que produtos baseados na arquitetura Kepler só devem chegar ao mercado em 2012. Para o lançamento, os modelos começam a ser produzidos a partir de setembro deste ano. As informações foram liberadas por Ujesh Desai, vice-presidente de marketing de eventos da empresa.
As informações vão ao encontro dos últimos rumores, que cravavam o lançamento dos processadores com arquitetura de 28 nm apenas para 2012, pois a empresa estaria insatisfeita com a tecnologia desenvolvida até então.
Anunciada em setembro de 2010 com números surpreendentes (até quatro vezes mais potente que a Fermi, série anterior), a nova série homenageia Johannes Kepler, um astrônomo alemão que foi pioneiro em diversas áreas da ciência.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

AMD divulga nova linha de memórias RAM com o logo Radeon

(Fonte da imagem: Divulgação)
A AMD inova mais uma vez e agora parece querer entrar também no mercado de memórias RAM. Se você tem um carinho especial pela marca, irá gostar da novidade. Além de possuírem a reconhecida qualidade da marca, esses componentes ainda trazem a logo da ATI gravada na placa.
Os modelos vêm em três versões, testados de acordo com os mais altos padrões de performance. O modelo de entrada, chamando “Entertainment”, rodando a 1333 MHz, seguido pela “Ultra Pro” (1600 Mhz) e uma última versão corporativa de velocidade ainda não divulgada.
Apesar da variação de velocidade dos modelos, todas têm o tamanho de 2 GB e seguem os padrões da memória DDR3. Portanto, apesar da AMD divulgar que suas memórias sejam melhor utilizadas em sistemas próprios, nada as difere de outros fornecedores de memória RAM.


O que você precisa saber para montar um computador no segundo semestre de 2011

Metade do ano se passou. Nesse tempo, a informática fez grandes avanços. Uma configuração planejada no primeiro semestre já não faz muito sentido agora, tanto pelo preço quanto pelo desempenho. Com isso em mente, o Tecmundo vai dar algumas dicas para você escolher certo na hora de montar seu novo computador.
Quando falamos em montar um PC, a máquina ideal não existe, afinal, o investimento e os propósitos de cada usuário é que vão definir a configuração perfeita. E considerando os atuais componentes, uma configuração de baixíssimo valor já satisfaz usuários que pretendem trabalhar com aplicativos simples.

Propósito do artigo

Hoje, vamos abordar alguns aspectos importantes dos principais componentes, assim você pode fazer a escolha certa e adquirir um computador adequado às suas necessidades. A maior parte deste artigo é destinada para usuários que pretendem montar uma configuração, pois na hora de comprar PCs de marcas conhecidas (como HP, Positivo, Space BR), não há muitas chances de escolha.
Considerando a realidade brasileira, sempre devemos lembrar que temos um orçamento limitado. Sendo assim, nossas dicas não serão focadas nos componentes mais potentes do mercado. Até porque citar os componentes mais “fortes” e relatar que eles rodam qualquer aplicativo é uma ideia um tanto quanto óbvia. Assim, separamos alguns aspectos importantes a serem observados na hora da compra.

Processador: barato e adequado

Optar pelo processador mais potente está fora de cogitação, pois não existe necessidade de utilizar o modelo mais avançando para realizar quaisquer tarefas. Todos os aplicativos que você imaginar vão funcionar perfeitamente em CPUs de dois, três, quatro e seis núcleos.
Basicamente, a diferença que existe está no tempo em que uma mesma tarefa é realizada. Isso significa que um modelo de dois núcleos pode demorar um pouco mais para processar do que outro de quatro núcleos, no entanto, ele vai processar os dados de qualquer forma. Considerando que existem muitos modelos, separamos nossas dicas em três partes. As primeiras recomendações são para usuários que pretendem ter um PC de alto desempenho.

Jogos e desempenho

O processador não é peça fundamental na hora de executar games. Ainda que seja necessário um modelo que trabalhe em alta frequência, não existe a obrigatoriedade de adquirir um produto top de linha. Nossa dica é optar por um modelo razoável (de dois ou quatro núcleos) para jogos e edição de vídeo. Confira alguns processadores para esses tipos de tarefas:
  • Intel Core i3 de segunda geração - a partir de R$ 260

  • Intel Core i5 de segunda geração - a partir de R$ 380

  • AMD Phenom II X2 - a partir de R$ 180

  • AMD Phenom II X4 - a partir de R$ 220

(Fonte da imagem: Divulgação/AMD)

Tarefas do cotidiano

Montar um computar para tarefas básicas é mais fácil. Nossa recomendação é comprar um processador bem simples, com apenas dois núcleos (desde que ele seja recente). Afinal, não adianta optar por um modelo com 100 ou 200 MHz a mais para usar a internet ou assistir a vídeos em alta definição — o ganho de desempenho será mínimo. Veja algumas CPUs recomendadas:
  • Intel Atom Dual Core (indicado apenas para vídeos em 720p)

  • Intel Core i3 de segunda geração - a partir de R$ 260

  • AMD Serie e (indicado apenas para vídeos em 720p)

  • AMD Phenom II X2 - a partir de R$ 180

  • AMD Athlon II X2, AMD Athlon II X3 e AMD Athlon II X4 - a partir de R$ 120

(Fonte da imagem: Divulgação/Intel)
Nota: a indicação de um processador “recente” é justamente por conta dos demais componentes que vão interagir com ele. Assim, se você não pensa em USB 3.0, SATA 3 e outros novos padrões, comprar um modelo “ultrapassado” (que não significa inferior) pode ser válido e muito vantajoso. Lembramos que modelos como o Intel Core2Duo e o AMD Athlon X2 apresentam excelente desempenho e são opções viáveis, visto a robustez e o preço deles.

Quero o máximo

Talvez você não se encaixe nem na classe de usuários comuns, nem na de jogadores. Assim, você possivelmente deseja o máximo de poder (algo como um Intel Core i7 ou um AMD Phenom II X6). Comprar processadores de seis núcleos pode ser um verdadeiro desperdício de dinheiro, principalmente porque não há tarefas que requisitem tanto poder — ainda mais se você usa o PC apenas para rodar programas simples. Repetindo: um dual-core de alta frequência já é suficiente para executar os games mais recentes.


Metade do ano se passou. Nesse tempo, a informática fez grandes avanços. Uma configuração planejada no primeiro semestre já não faz muito sentido agora, tanto pelo preço quanto pelo desempenho. Com isso em mente, o Tecmundo vai dar algumas dicas para você escolher certo na hora de montar seu novo computador.
Quando falamos em montar um PC, a máquina ideal não existe, afinal, o investimento e os propósitos de cada usuário é que vão definir a configuração perfeita. E considerando os atuais componentes, uma configuração de baixíssimo valor já satisfaz usuários que pretendem trabalhar com aplicativos simples.

Propósito do artigo

Hoje, vamos abordar alguns aspectos importantes dos principais componentes, assim você pode fazer a escolha certa e adquirir um computador adequado às suas necessidades. A maior parte deste artigo é destinada para usuários que pretendem montar uma configuração, pois na hora de comprar PCs de marcas conhecidas (como HP, Positivo, Space BR), não há muitas chances de escolha.
Considerando a realidade brasileira, sempre devemos lembrar que temos um orçamento limitado. Sendo assim, nossas dicas não serão focadas nos componentes mais potentes do mercado. Até porque citar os componentes mais “fortes” e relatar que eles rodam qualquer aplicativo é uma ideia um tanto quanto óbvia. Assim, separamos alguns aspectos importantes a serem observados na hora da compra.

Processador: barato e adequado

Optar pelo processador mais potente está fora de cogitação, pois não existe necessidade de utilizar o modelo mais avançando para realizar quaisquer tarefas. Todos os aplicativos que você imaginar vão funcionar perfeitamente em CPUs de dois, três, quatro e seis núcleos.
Basicamente, a diferença que existe está no tempo em que uma mesma tarefa é realizada. Isso significa que um modelo de dois núcleos pode demorar um pouco mais para processar do que outro de quatro núcleos, no entanto, ele vai processar os dados de qualquer forma. Considerando que existem muitos modelos, separamos nossas dicas em três partes. As primeiras recomendações são para usuários que pretendem ter um PC de alto desempenho.

Jogos e desempenho

O processador não é peça fundamental na hora de executar games. Ainda que seja necessário um modelo que trabalhe em alta frequência, não existe a obrigatoriedade de adquirir um produto top de linha. Nossa dica é optar por um modelo razoável (de dois ou quatro núcleos) para jogos e edição de vídeo. Confira alguns processadores para esses tipos de tarefas:
  • Intel Core i3 de segunda geração - a partir de R$ 260

  • Intel Core i5 de segunda geração - a partir de R$ 380

  • AMD Phenom II X2 - a partir de R$ 180

  • AMD Phenom II X4 - a partir de R$ 220

(Fonte da imagem: Divulgação/AMD)

Tarefas do cotidiano

Montar um computar para tarefas básicas é mais fácil. Nossa recomendação é comprar um processador bem simples, com apenas dois núcleos (desde que ele seja recente). Afinal, não adianta optar por um modelo com 100 ou 200 MHz a mais para usar a internet ou assistir a vídeos em alta definição — o ganho de desempenho será mínimo. Veja algumas CPUs recomendadas:
  • Intel Atom Dual Core (indicado apenas para vídeos em 720p)

  • Intel Core i3 de segunda geração - a partir de R$ 260

  • AMD Serie e (indicado apenas para vídeos em 720p)

  • AMD Phenom II X2 - a partir de R$ 180

  • AMD Athlon II X2, AMD Athlon II X3 e AMD Athlon II X4 - a partir de R$ 120

(Fonte da imagem: Divulgação/Intel)
Nota: a indicação de um processador “recente” é justamente por conta dos demais componentes que vão interagir com ele. Assim, se você não pensa em USB 3.0, SATA 3 e outros novos padrões, comprar um modelo “ultrapassado” (que não significa inferior) pode ser válido e muito vantajoso. Lembramos que modelos como o Intel Core2Duo e o AMD Athlon X2 apresentam excelente desempenho e são opções viáveis, visto a robustez e o preço deles.

Quero o máximo

Talvez você não se encaixe nem na classe de usuários comuns, nem na de jogadores. Assim, você possivelmente deseja o máximo de poder (algo como um Intel Core i7 ou um AMD Phenom II X6). Comprar processadores de seis núcleos pode ser um verdadeiro desperdício de dinheiro, principalmente porque não há tarefas que requisitem tanto poder — ainda mais se você usa o PC apenas para rodar programas simples. Repetindo: um dual-core de alta frequência já é suficiente para executar os games mais recentes.
No caso de modelos da Intel, a dica é optar pelos Intel Core i de segunda geração. Todavia, se o objetivo é montar um PC com processador AMD, pode ser interessante esperar alguns meses e adquirir uma CPU da Serie A (Llano) ou Serie FX (Bulldozer) — as quais já estão aparecendo lá fora e chegam em breve ao Brasil.

Placa-mãe: portas e expansão

Apesar de você já ter definido a CPU que irá instalar em sua máquina, isso não significa que será fácil escolher uma placa-mãe. Aliás, considerando a enorme gama de placas que existem para um mesmo processador, essa decisão pode ser a mais difícil. Ao escolher a placa-mãe, automaticamente você estará definindo quais outros componentes poderão ser instalados.
A dica básica para comprar uma placa-mãe é pensar no que você pretende fazer com o PC. Tendo isso em mente, basta investigar quais modelos fornecem as portas que você precisa e se existem slots para a instalação de placas extras — no caso de você pensar em expandir o desempenho da máquina.

O máximo em tecnologia

Caso você seja um usuário que pensa em manter seu PC sempre atualizado, optar por uma placa-mãe com DDR3, USB 3.0 e SATA 3 é a única solução. Contudo, não é porque você pensa em comprar uma placa com tais tecnologias que isso implica necessariamente um alto investimento.
Existem muitas placas com essas tecnologias por valores razoáveis, e que de quebra podem durar muitos anos, visto que trazem tecnologias avançadas. O preço também depende da marca, do chipset e de outros detalhes. Contudo, se você procura montar um PC para jogos, por exemplo, não existe a necessidade de escolher uma placa-mãe ASUS Crosshair ou Maximus.
(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Optar por uma ASUS pode ser uma excelente ideia, visto que os produtos da fabricante são de qualidade e sempre apresentam ótimos resultados com jogos. Entretanto, existem muitos modelos da fabricante que servirão para jogos, ainda que não suportem SLI, CrossFireX ou DDR3 de 2000 MHz — recursos importantes apenas para entusiastas. A mesma dica é válida para outras fabricantes, como a ECS, a MSI, a Gigabyte e outras.

Satisfação com o básico

Usuários que pretendem montar um computador para acessar a internet e realizar tarefas mais simples não precisam nem se preocupar com tecnologias mais recentes. A dica aqui é ao menos optar por uma placa com DDR3 (dois slots já são suficientes). Tecnologias como USB 3.0 e SATA 3 são dispensáveis, afinal, é bem provável que você não tenha nenhum produto com o padrão USB 3.0, tampouco vá comprar um disco do tipo SATA 3.
(Fonte da imagem: Divulgação/MSI)
Outra recomendação é comprar uma placa-mãe que tenha uma boa placa de vídeo onboard — uma Radeon HD4200 já é suficiente. Com uma GPU dessas é possível reproduzir vídeos em alta definição e executar alguns jogos em configurações mínimas.
Nota: ainda que você compre uma placa-mãe simples, é quase certo que ela trará suporte para placas gráficas PCI Express de última geração. Isso garante que você tenha a opção de fazer uma atualização no PC, caso pretenda rodar jogos com qualidade aprimorada.

Placa de vídeo: gráficos bonitos sem doer no bolso

Quando falam que os jogos de computador têm gráficos com melhor qualidade, pode acreditar, essa é a pura verdade. Isso ocorre porque os PCs podem contar com placas gráficas de última geração. As GPUs são as responsáveis por realizar todo o trabalho pesado dos games, por isso elas custam tanto.

Alta qualidade

Os jogos mais recentes são pesados até mesmo para as placas de vídeo mais potentes. Sendo assim, rodar jogos com todos os filtros ativados, com a melhor qualidade e em resoluções altíssimas pode ser uma tarefa difícil para uma única placa gráfica. Todavia, como estamos considerando configurações de orçamento cabíveis aos nossos bolsos, a dica é optar por uma placa forte, mas não necessariamente a top de linha.
Isso significa bem o que você está pensando. Optar por uma placa gráfica como uma AMD Radeon HD 6990 ou uma NVIDIA GTX 590 pode ser um erro fatídico, ainda mais que ambas custam absurdos. Claro, ter uma dessas placas significa tranquilidade em games por um ou dois anos. Todavia, os preços (a placa da AMD custa aproximadamente 2,1 mil reais, já a da NVIDIA chega perto de 2,3 mil reais) equivalem a uma configuração completa.
Nossa dica é optar por um modelo intermediário, o qual permita rodar os jogos em alta qualidade, mas não necessariamente com filtros e demais configurações no máximo. Algumas placas que têm preço razoável e desempenho excelente:
  • AMD Radeon HD6870 - a partir de R$ 570

  • AMD Radeon HD6850 - a partir de R$ 520

  • AMD Radeon HD6790 - a partir de R$ 470

  • AMD Radeon HD6770 - a partir de R$ 460

  • NVIDIA GTX560 - a partir de R$ 624

  • NVIDIA GTX460 - a partir de R$ 590

  • NVIDIA GTX550Ti - a partir de R$ 415

(Fonte da imagem: Divulgação/Sapphire)

Potente para rodar qualquer jogo

Talvez seu orçamento não permita o investimento de 500 reais numa placa. Se esse for o caso, ainda é possível rodar qualquer jogo com placas mais modestas. As configurações de qualidade nos games precisarão ser reduzidas, contudo, a maioria dos jogos mais recentes pode ser executada sem grandes problemas. Veja alguns modelos de placas mais básicas:
  • AMD Radeon HD6670 - somente por importação, a partir de US$ 97

  • AMD Radeon HD6570 (modelo com memória GDD5) - a partir de R$ 260

  • AMD Radeon HD5670 - a partir de R$ 220

  • NVIDIA GTS450 - a partir de R$ 355

  • NVIDIA GT440 (modelo com memória GDDR5) - a partir de R$ 245

(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)

Esperar pode ser uma ótima ideia

Caso você queira adquirir uma placa para durar mais, talvez o momento não seja propício para a compra de uma placa gráfica. Ocorre que a AMD deve lançar as placas da série AMD Radeon HD 7000 até o fim do ano. Com isso, investir numa placa agora pode ser uma furada, ainda mais se o objetivo é adquirir uma placa de alto desempenho.
As especificações e modelos que serão lançados ainda não foram revelados, porém, como de praxe, a fabricante deve efetuar algumas melhorias na próxima geração. E claro, se a AMD lançar a nova linha de placas antes da concorrente, podemos esperar um lançamento da NVIDIA já para o primeiro ou segundo trimestre. Assim, caso você queira estar sempre atualizado, pode ser interessante adquirir uma placa de vídeo básica agora e depois comprar uma das novas séries.

Gabinete espaçoso

Agora que você já definiu qual placa-mãe e placa de vídeo vai utilizar, está na hora de escolher um gabinete para comportar todos os componentes. Poderíamos nos estender e falar muito sobre os diversos tipos de gabinetes e configurações a serem observadas. No entanto, existem apenas duas dicas a serem seguidas.
A primeira é que você deve optar por um gabinete com excelente sistema de ventilação. Caso seu orçamento não comporte um modelo que já traga ventoinhas, é válido adquirir um gabinete simples e adicionar alguns coolers para melhorar a refrigeração dos componentes. Produtos mais robustos trazem até três ventoinhas (atrás, na frente e na tampa), porém, com duas ventoinhas, sua máquina já estará bem refrigerada.
(Fonte da imagem: Divulgação/Cooler Master)
A segunda é atentar para o tipo de gabinete. O ideal é adquirir um modelo que já comporte a instalação da fonte na parte inferior. Porém, se não for possível, um gabinete bem ventilado não deve gerar problemas para o PC. Quanto aos demais detalhes (janela lateral, pintura, portas USB na frente, quantidade de baias, entre outros), fica por sua conta definir quais deles são essenciais para seu computador.

Memória RAM: modelos rápidos de excelentes marcas

Adquirir módulos de memória RAM com os clocks mais elevados pode não ser a melhor ideia. De nada adianta optar por memórias que operem a 2.400 MHz se você vai usar no máximo o Photoshop ou rodar jogos. E caso você pense em usar somente o navegador e um player de músicas, a recomendação é justamente se afastar de produtos tão velozes.
Claro, memórias desse padrão não deixam o computador lento, muito menos decepcionam no quesito desempenho. Entretanto, não existe razão para comprar módulos tão avançados, afinal, em nenhuma tarefa haverá um ganho significativo que justifique o gasto.

DDR3 para tarefas básicas

É bem provável que a placa-mãe que você escolheu já suporte memórias do tipo DDR3. Caso não suporte, recomendamos que faça outra escolha, pois nossa dica é usar memórias desse padrão até mesmo para as tarefas mais básicas. A velocidade proporcionada por esse padrão é vantajosa, até com as memórias de frequência mais baixa. Quanto ao tamanho, 2 GB de memória é mais do que suficiente.
Nossa dica também tem fundamento no quesito preço. Como o padrão DDR3 está dominando o mercado, a tendência é de que os módulos DDR2 desapareçam logo. Os preços do DDR2 não serão muito interessantes em um momento próximo. Isso sem contar que placas-mãe com suporte para DDR2 estão defasadas.

Maior frequência e menores latências para jogos

Jogadores não têm muitas escolhas, ao menos na questão de frequência. A dica é escolher a memória mais “rápida” (com o clock mais elevado) que seu orçamento permitir. Módulos DDR3 com frequência de 1.600 MHz já são mais do que suficientes.
No entanto, caso sua placa-mãe suporte trabalhar com componentes que operam a 2.000 MHz, talvez não seja uma má ideia escolher peças com essa característica. Vale frisar que não é preciso mais do que 4 GB de memória RAM, porém, se você desejar adquirir 8 GB, não será um investimento em vão, visto que o PC pode durar mais algum tempo.
(Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)
Evidentemente, como já foi dito, a placa de vídeo é quem dita quase tudo nos jogos. Assim, se você utilizar uma memória DDR3 de 1.333 MHz, pode ser que os jogos funcionem muito bem. Tudo depende da configuração definida no game e também do título que está sendo executado. Quando o assunto é jogos, a ideia de buscar módulos com baixas latências é interessante. Contudo, o preço de memórias com tal característica é muito alto, portanto, nem sempre é compensador.

Armazenamento: esqueça os SSDs

Enquanto o mercado americano transborda de “ofertas” de SSDs, no Brasil a realidade é outra. Aqui os SSDs não são acessíveis e de maneira alguma são compensadores para uma configuração duradoura. Nossa dica é optar por um disco SATA 2 de alta capacidade. Não é preciso exagerar e adquirir um disco com 2 TB. Contudo, 750 GB ou 1 TB podem ser modelos interessantes.
Os preços dos HDs SATA 2 estão excelentes e a tendência é que diminuam cada vez mais. Isso deve ocorrer porque o SATA 3 está chegando com tudo. Não indicamos a aquisição de discos da terceira geração do padrão SATA, pois eles ainda estão muito caros e o valor investido ainda não compensa o desempenho ganho.

5.400 RPM para o cotidiano

Usuários que pretendem usar um sistema apenas para internet não precisam mais do que um disco de 500 GB que opere a 5.400 RPM. Algumas fabricantes, como a Western Digital, possuem linhas especiais denominadas como “Green”. Produtos desse tipo consomem menos energia, trabalham a 5.400 RPM, possuem alta quantidade de memória buffer e estão disponíveis em diversas opções de espaço para armazenamento.
(Fonte da imagem: Divulgação/Western Digital)
Para quem pretende armazenar filmes em alta definição e uma quantidade muito grande de músicas, um disco de 1 TB já pode ser válido, visto que a diferença do preço por Gigabyte é compensadora. A marca do disco fica a seu critério, mas as mais conhecidas são Seagate, Western Digital e Samsung.

O mais rápido possível para jogos

Apesar de alguns modelos SSD já estarem disponíveis por cerca de 350 reais, a relação custo/benefício ainda não é agradável. Assim, mesmo que a ideia de configurar um SSD menor para rodar o sistema seja tentadora, nossa sugestão é comprar um HD SATA 3 de altíssima velocidade para comportar tanto o sistema quanto jogos.
A recomendação é optar por um SATA 3 de 7.200 RPM, porque o disco rígido é o componente que faz os carregamentos dos jogos aumentarem. Talvez durante as partidas não seja possível notar nenhum tipo de travamento, mas optar por um disco de 5.400 RPM, por exemplo, pode aumentar significativamente o tempo de “loading” durante as fases.
(Fonte da imagem: Divulgação/Seagate)
Também é válida a ideia de usar múltiplos discos em configuração RAID, entretanto, salientamos que o gasto pode aumentar significativamente. Além disso, é importante lembrar que a placa-mãe escolhida deverá ter suporte para esse tipo de configuração.

Fontes: marca confiável e PFC ativo

Estamos quase no fim da configuração. Você provavelmente já deve estar cansado de ler, pesquisar e pensar sobre tantos componentes. Entretanto, não desanime neste momento. Toda a redução de custos feita na configuração da máquina será útil agora. Quando o assunto é energia, é importante escolher uma fonte de qualidade; a economia é um fator a ser deixado de lado.

Preciso economizar

Para usuários comuns (que optaram por componentes de baixo desempenho), uma fonte de 350 W ou 400 W reais já é suficiente. Ainda que você escolha uma fonte com PFC ativo, ventoinha de tamanho avantajado e com muitos conectores, a economia está garantida. Produtos com essa potência estão custando muito pouco e com certeza vão garantir energia de sobra para seu PC.

Jogos turbinados

A escolha de uma fonte para jogos é muito relativa. Tudo depende dos componentes que fazem parte da configuração. Processadores de seis núcleos, por exemplo, consome mais energia do que modelos com apenas dois núcleos. No entanto, não importa muito toda a configuração, mas apenas a placa de vídeo. Algumas marcas confiáveis são: Zalman, Corsair, Thermaltake e outras.
(Fonte da imagem: Divulgação/Zalman)
Placas de vídeo podem consumir facilmente 200 W, o que obriga o usuário a optar por uma fonte de 500 W ou 600 W. Enfim, a menos que você tenha feito uma configuração em SLI ou CrossFireX, comprar uma fonte de 750 W pode ser um grande desperdício de dinheiro, pois o consumo de energia do seu PC jamais chegará a tal patamar.

O monitor perfeito

Algumas dicas com relação à compra de um monitor podem ser úteis para finalizar a configuração do seu PC. Apesar de não estar relacionada ao hardware, a escolha do monitor influencia diretamente no uso diário da máquina. Assim, nossas dicas são básicas, mas importantes para você ficar satisfeito com o modelo que vai comprar.

Para usar no cotidiano

Na hora de adquirir seu monitor, pense no tamanho que você almeja. Não adianta adquirir um monitor de 24 polegadas somente porque ele é maior. O importante é refletir quanto às tarefas que serão realizadas no PC. Caso você não vá jogar, editar imagens ou assistir a filmes em alta definição, talvez um modelo de 18,5 polegadas já satisfaça suas necessidades.
Quanto ao tipo de iluminação, fica a seu critério. Nossa recomendação é optar por um monitor com iluminação de LED, contudo, se você adquirir um modelo LCD “comum”, é garantido que a qualidade será excelente. Porém, se os preços forem equivalentes, optar por um modelo com tecnologia LED é válido.
(Fonte da imagem: Divulgação/LG)
O segundo aspecto a ser observado é a resolução suportada. Comprar um monitor de tamanho pequeno e utilizar uma resolução muito grande pode não ser a melhor coisa a se fazer. O interessante é buscar algo razoável, como 1366 x 768 pixels. Por outro lado, se você comprar um monitor maior, a resolução de 1680 x 1050 pixels é perfeita.

Jogos ficam ainda mais bonitos com monitor de LED

De nada adianta elaborar uma configuração gamer para o seu PC e não ter um monitor decente para exibir os belíssimos gráficos. Como você provavelmente já gastou muito na configuração, deve imaginar que para ter imagens de qualidade excelente um monitor vai custar um valor acima do normal.
Aqui novamente vale a mesma dica. Não adianta comprar um monitor Full HD e rodar os jogos em 1680 x 1050 pixels. Os modelos atuais não são programados para trabalhar com resoluções inferiores à máxima suportada. Apesar de eles exibirem as imagens, é provável que a qualidade caia drasticamente.
Monitor TV Samsung T27A550 LED (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
A segunda dica é escolher um monitor com tempo de resposta baixo, 5 ms ou inferior. Também é importante prestar atenção quanto ao contraste, ou seja, adquirir um monitor que tenha um alto nível dessa característica. Vale verificar tanto o dinâmico quanto o estático.
Para jogos é essencial optar por um monitor com iluminação de LED. Jogadores que tenham optado por uma placa mais robusta podem até partir para um monitor 3D. Contudo, não recomendamos tal aquisição, pois os benefícios são poucos comparados ao alto preço.

Componentes extras

Finalizando nossa configuração ideal para o segundo semestre, vamos falar de alguns itens que podem ser adicionados ao PC.

Drive ótico

O drive que recomendamos é um gravador de DVD. Não é preciso ser um gravador muito moderno, mas de preferência um modelo que suporte ao menos gravação em dupla camada. Não recomendamos a aquisição de um drive de Blu-ray. Apesar de ser a última palavra em tecnologia, os preços ainda não compensam a aquisição. Até porque as mídias são muito caras e pode ser bem mais vantajoso investir em um leitor para a sala da sua casa.

Placa de som

Você trabalha com edição de som? Possui um sistema de som de 7.1 canais dedicado para computadores? Se você respondeu não para uma das perguntas, então você não deve adquirir uma placa de som offboard. Ainda que a qualidade de placas desse tipo seja absurdamente alta, não há necessidade de comprar uma placa tão boa para usar em casa.
(Fonte da imagem: Divulgação/Creative)

Leitor de cartões

Apesar de prático, um leitor de cartões é um componente desnecessário, afinal, todo dispositivo que trabalha com cartões de memória traz um cabo de dados para que os arquivos possam ser copiados para o computador. Assim, você só deve adquirir um leitor de cartões caso utilize muitos cartões diariamente.

Rede wireless

Para quem usa rede Wi-Fi em casa, adicionar uma placa de rede sem fio é essencial. No entanto, nossa dica é averiguar se o preço de um adaptador USB para redes Wi-Fi não custa menos. Em nossas pesquisas, encontramos adaptadores (como o Tenda W311U, na imagem abaixo) por aproximadamente 30 reais.
(Fonte da imagem: Divulgação/Tenda)

Configurações recomendadas

Aproveitando essas explicações, elaboramos uma tabela com configurações recomendadas.
Nota: os produtos indicados na tabela são apenas sugestões. Optamos pelos itens mais baratos e convenientes para cada configuração. Você pode, no entanto, escolher componentes de outras marcas para montar seu PC.
Lojas utilizadas para consulta de preços:

Agora é só usar

Nossas dicas acabam aqui. Esperamos que você tenha sanado algumas dúvidas e possa montar um PC ideal para durar mais alguns anos. Você tem mais alguma dica? Compartilhe suas informações conosco usando a seção de comentários.


domingo, 31 de julho de 2011

7 coisas que você deve saber antes de comprar memória RAM


Todo programa executado é armazenado, temporariamente, na memória RAM do computador. Quando mais programas do que o suportado são abertos, o sistema operacional passa a utilizar a chamada memória virtual, que é armazenada em disco.
Porém, há uma desvantagem nesse processo: a leitura e escrita de dados no HD na máquina são muito mais lentas do que o processo equivalente na memória física. Para evitar que isso cause quedas de desempenho no computador, basta ter muita memória RAM disponível.
Mas antes de sair por aí, comprando qualquer uma das opções disponíveis no mercado, há alguns pontos que devem ser verificados. Para facilitar, listamos abaixo o que achamos importante saber antes da compra.

1. Quantos GB de RAM eu preciso?


A resposta depende do uso que você fará do computador. Para sistemas desktop comuns, usados para tarefas rotineiras, como navegar na internet e fazer pequenas edições em fotografias digitais, é recomendado ter, pelo menos, 2 GB de RAM.
Caso o computador seja usado para tarefas que exijam mais performance, como a compilação de programas e edição de áudio, recomendamos que tenha disponível pelo menos 4 GB. Mas se o assunto for games de última geração, é melhor não economizar e instalar até 6 GB de RAM. Assim, você terá memória de sobra para jogar os últimos lançamentos do mercado.
Note também que sistemas operacionais (SO) de 32 bits reconhecem, no máximo, até 4 GB de RAM. Portanto, para usar mais memória do que isso, o usuário deve instalar um SO de 64 bits. Para maiores informações, consulte o nosso artigo sobre o assunto.

2. Formatos de RAM


DDR, DDR2, DDR3, SDRAM, So-Dimm etc. Essa “sopa de letrinhas” costuma confundir o usuário antes da compra. Consulte sempre o manual da sua placa-mãe para saber qual é o formato compatível com ela. E caso você tenha ficado curioso sobre as diferenças entre esses tipos de RAM, recomendamos a leitura de “Como funciona a memória RAM?”, publicado pelo Tecmundo.

3. Frequência e voltagem

Como regra de ouro, podemos dizer que, quanto mais alta a frequência do pente de memória, maior é o desempenho dele. Porém, antes de comprar aquela memória de 1.600 MHz, é necessário verificar se a placa-mãe do seu computador suporta esse tipo de RAM.
Caso a frequência da memória seja superior à suportada pela placa, a RAM funcionará com uma performance inferior. Dependendo do caso, ela nem mesmo poderá ser utilizada na mesma máquina. Se o pente de memória tiver frequência inferior à suportada pela placa-mãe, o sistema como um todo perderá em desempenho, já que estará trabalhando abaixo do seu limite.
Além disso, algumas memórias podem exigir uma voltagem fora dos padrões para funcionar corretamente. Por isso, é sempre importante consultar o manual da placa-mãe para saber se ela é capaz de trabalhar com os requisitos exigidos pela RAM.

4. Latência

Dessa vez, a regra é inversa: quanto menor o valor, melhor. Afinal, a latência é o tempo que a memória leva para acessar determinado dado. Portanto, quanto menor o tempo de latência (atraso), mais rápido a memória responderá e enviará dados aos demais componentes de hardware.

5. Confira a QVL


A maioria dos fabricantes de placa-mãe costuma disponibilizar uma lista de fornecedores qualificados. Em inglês, essa lista é conhecida como Qualified Vendor List (QVL) e, nela, é possível encontrar os principais modelos e marcas de memória RAM indicadas para a sua placa.
Portanto, antes de comprar um produto totalmente desconhecido, vale a pena conferir o preço das indicações listadas na QVL. Pode ser que, por alguns poucos reais a mais, você possa adquirir uma RAM licenciada pela fabricante da sua placa-mãe, o que significa mais estabilidade e compatibilidade.

6. Garantia

É aconselhável pensar com seriedade na memória a ser adquirida. Quando compramos uma televisão, por exemplo, é comum perguntarmos sobre o tempo de garantia fornecido pelo fabricante. O mesmo acontece com a RAM. Antes de fechar a compra, verifique se o fabricante ou a loja fornece garantia para o produto.

7. Quantidade de pentes instalados


Quanto mais simples, melhor. A máxima também serve para esse caso. Se estiver em dúvida quanto a comprar quatro pentes de 1 GB ou dois de 2 GB, opte pelo menor número de pentes. A razão é simples: é menos “custoso”, para a placa-mãe, gerenciar dois pentes de memória, do que quatro.

O que é OEM?

Adquirir produtos originais nem sempre é tarefa fácil. Muitos consumidores que buscam agir na legalidade acabam encontrando dificuldade para identificar se estão comprando o aplicativo que desejam. Muitas vezes, a dúvida permanece em único quesito: devo optar por um software OEM?
Essa mesma situação ocorre com compradores que desejam atualizar a configuração de hardware. O duelo entre os produtos “BOX” e “OEM” é famoso, porém, as justificativas que são dadas para que os consumidores busquem peças OEM nem sempre são verdadeiras. Como de praxe, o Tecmundo sanará algumas dessas dúvidas hoje.

O que significa OEM?

A sigla OEM significa “Original Equipment Manufacturer”, que em português quer dizer “Fabricante Original do Equipamento”. Produtos com o “selo” OEM não são fabricados para a venda direta ao consumidor. Esses itens são produzidos especialmente para montadoras. A lista de empresas que usa softwares e peças OEM é bem grande. Entre tantas marcas, temos a HP, a Dell, a Positivo, a Sony e muitas outras.
Drive de DVD da Sony que aparenta ser um OEM (Fonte da imagem: Divulgação/Qurren)
Computadores com aplicativos OEM, normalmente, vêm com os softwares devidamente instalados. Entretanto, eles não são idênticos aos que são comprados em uma loja de informática. Os aplicativos OEM não vêm com caixa, manual, cabos e disco de instalação. Contudo, o conteúdo propriamente dito é exatamente o mesmo.

Por que tão barato?

O primeiro motivo para o preço cair significativamente é a aquisição em grandes quantidades. Como você deve imaginar, a HP, por exemplo, vende uma quantidade significativa de computadores. Com isso, ela firma contratos com as fabricantes para adquirir licenças (do Windows, Office e outros) e dispositivos de hardwares (processadores, memórias e tudo mais que for necessário) aos milhares.
Outro motivo para a redução do custo é a garantia mais curta. As montadoras tendem a oferecer o mesmo tempo de garantia para toda a máquina, fator que faz com que as fabricantes (do software ou do hardware) não precisem se preocupar com manutenções de um produto por um tempo prolongado.
Produtos OEM da Microsoft (Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)
A terceira grande razão para que um produto OEM seja mais barato é a falta de “beleza”. Se tomarmos um processador como exemplo, seja um AMD ou um Intel, podemos ver que os modelos BOX vêm com caixa, manual, cooler e demais itens. Já se for um modelo OEM, ele não trará nada disso, o que reduz o custo final.

A ilegalidade sempre presente

Como você pôde perceber, os produtos OEM são fabricados exclusivamente para montadoras de PCs. Itens de hardware, em sua maioria, e softwares OEM que são vendidos em sites de informática, por exemplo, são comercializados ilegalmente.
Placa exclusiva para montadoras (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)
Salvo raras exceções, os produtos OEM não são direcionados ao consumidor final, justamente porque a fabricante teria um prejuízo absurdo em vender poucas unidades. Se você estiver buscando adquirir um processador, por exemplo, até pode conseguir um modelo OEM direto com o fabricante. Todavia, se a CPU em questão estiver sendo vendida em algum site, que não seja o oficial, pode ter certeza de que é um produto ilegal.

O barato pode sair caro

Na onda de adquirir produtos OEM para aproveitar os preços reduzidos, alguns consumidores são enganados facilmente. Muitos vendedores usam de astúcia para se livrar de produtos usados, pois considerando que os produtos OEM não têm caixa nem outros itens de fábrica, tudo que o vendedor faz é colocar o item usado em uma embalagem qualquer e repassar como se fosse um OEM.
O truque usado pelos vendedores é meio óbvio, porque, além de não precisar fornecer uma embalagem original, eles não precisam se preocupar com o aspecto físico. É muito difícil o comprador identificar que o produto já foi utilizado, salvo exceções (como nos processadores, que é bem fácil perceber que já foi utilizada pasta térmica).

Produtos Exclusivos

Os softwares OEM dificilmente são exclusivos para computadores das montadoras, pois, de maneira geral, as desenvolvedoras desejam vender o mesmo produto para consumidores que adquiriram um PC com os aplicativos já instalados, como também para os compradores que optaram por obter o programa separadamente.
Placas de vídeo AMD Radeon exclusivas para as montadoras (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)
Já os componentes de hardware diferem um pouco. As fabricantes, como a NVIDIA e a AMD, fornecem placas de vídeo exclusivas para o setor OEM. Isso significa que é impossível possuir determinados modelos de placas, visto que somente as montadoras terão acesso a elas. Em geral, os produtos “exclusivos” não são top de linha, de modo que o consumidor final não perde nada em adquirir um dos demais componentes disponíveis (que quase sempre são mais fortes que os OEMs).

O que você pensa sobre esses produtos?

De maneira geral, os produtos OEM não são piores que os comuns, todavia, eles deixam o consumidor sem a embalagem original e alguns outros itens. A garantia é um dos principais fatores que faz com que muitas pessoas não busquem esses tipos de produtos, ainda mais que as fabricantes não cobrem os produtos vendidos por terceiros.
Enfim, ocorre que muita gente já adquiriu produtos OEM, mas isso não significa que elas possuem um produto de baixa qualidade. Você tem algum componente ou software OEM em seu PC? Qual sua opinião sobre o comércio desses produtos? Deixe seu comentário!

Manutenção de PCs: aprenda a crimpar cabos de rede [vídeo]




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Atualmente, é comum que existam redes de computadores, não apenas em empresas, onde a rede pode ser composta por centenas de computadores, mas também em casas, onde pode haver uma rede de apenas duas máquinas.

Um quesito muito importante para o funcionamento da rede são os cabos (quando não se tratando de redes sem fio). Afinal, eles são responsáveis pela transmissão de dados, sejam eles referentes à internet, transferência de arquivos entre estações ou ainda ao compartilhamento de impressoras ou algum outro periférico.

Por possuírem tal importância, deve-se ficar atento para que os cabos estejam corretamente arrumados. Para tanto, é necessário que se dê a devida atenção a alguns itens, que vão desde o tamanho máximo que esses cabos podem ter até o modo que seus plugues serão crimpados.

E por falar em “crimpados”, aí está uma palavra que é muito discutida quando o assunto é cabos de rede. Algumas pessoas dizem que o correto é “grimpar”, outras dizem “climpar”, e algumas ainda retiram o “m”, falando apenas “clipar”.

Apesar da palavra ainda não constar nos dicionários (segundo pesquisas nos dicionários Houaiss e Michaelis), a forma mais sensata de pronúncia e escrita é crimpar. A explicação é simples: assim como inúmeras palavras relacionadas ao ramo da informática (tais como mouse, site e HD), a palavra “crimpar” deriva do verbo da língua inglesa “To crimp”, que significa algo como moldar uma superfície (que é mais ou menos o que é feito ao crimpar cabos de rede).
Materiais necessários

Para crimpar seus cabos de rede você vai utilizar as seguintes ferramentas:

Alicate de crimpagem;
Conectores RJ-45 (um para cada ponta do cabo);
Cabo de Rede (também chamado de Cabo de Par Trançado ou Cabo UTP (Unshielded Twisted Pair – falando de modo mais técnico, o modelo mais utilizado é o UTP CAT 5).

Materiais necessários(Fonte da imagem: Baixaki)

Algumas pessoas utilizam estilete para cortar a capa de proteção do cabo, porém o alicate de crimpagem já possui lâmina para o corte, e, ao utilizar estilete, é muito fácil de cortar os fios dos pares trançados do cabo de rede (o que também pode ocorrer ao utilizar a lâmina do alicate). Caso isso ocorra, você deverá iniciar uma nova ponta, cortando fora aquela danificada.
Antes de começar

Antes de iniciar o trabalho, é interessante você saber qual o melhor modo de organizar a sua rede. Existem alguns detalhes que devem ser levados em conta: há limitações quanto ao tamanho máximo do cabo (o máximo recomendado é 100 metros), e há mais de um modo de crimpar a ponta dos cabos, inclusive um que dispensa o uso de HUB/Switch (para mais detalhes sobre o que é HUB/Switch clique aqui), chamado de Crossover ou Cabo Cruzado.

Se você precisar de mais de 100 metros de cabo, o recomendado é que se utilize um HUB/Switch em meio ao trajeto. Isso vale tanto para conectar um computador diretamente ao HUB/Switch quanto para conectar um HUB/Switch a outro, e é chamado de repetição.

Os 100 metros é um tamanho médio aconselhável. Dependendo da qualidade do cabo e da placa de rede utilizados, é possível ultrapassar um pouco esse limite. Tudo dependerá da qualidade do material usado.

Existe também um tamanho mínimo aconselhado, que é de 30 cm. É bom também não deixar o cabo de rede junto a cabos de energia elétrica (como pode acontecer quando se usam canaletas para a instalação), pois os de energia podem gerar uma interferência eletromagnética na transmissão de dados do cabo de rede.
Um pouco mais sobre o cabo

(Fonte da imagem: Baixaki)Ao abrir o cabo de rede, você perceberá que ele possui oito fios coloridos e divididos em pares.

Você verá também que os dois fios de cada par estão entrelaçados, de modo que estão separados em cores.

É comum que esses fios internos sejam chamados apenas de pares. Os pares são trançados justamente para ajudar a evitar que haja interferência eletromagnética na transmissão de dados.
Cuidados com os cabos

É recomendado que, primeiramente, você passe os cabos pelas tubulações desejadas, uma vez que é muito mais fácil realizar tal tarefa com os cabos sem os plugues. Também é aconselhável que não seja feito o reaproveitamento de cabos de rede, pois, quando se faz força para retirar o cabo do local onde ele se encontrava, pode ocorrer a quebra dos fios internos, comprometendo o funcionamento do cabo.

Seja atencioso com a passagem e fixação dos cabos, assim como na hora de crimpar suas pontas. É muito chato quando a rede não está funcionando e, após um tempo tentando fazê-la funcionar, descobre-se que os fios do cabo tinham sido quebrados durante a passagem pela tubulação ou que a crimpagem estava malfeita.
Padrões de ordem dos fios

Antes de iniciar a crimpagem, escolha um dos padrões de sequência para as pontas. Existem dois padrões mais utilizados: eles são conhecidos como EIA/TIA 568A e EIA/TIA 568B. Ambos funcionam perfeitamente.

(Fonte da imagem: Baixaki)
Tipos de cabos

Existem ainda dois tipos de cabo: os cabos diretos e os cabos crossover. Nos diretos, ambas as pontas são feitas utilizando o mesmo padrão, enquanto nos crossover uma ponta utiliza o padrão EIA/TIA 568A e outra o EIA/TIA 568B. Em alguns casos, o padrão de uma delas foge de um desses dois. Isso será explicado logo abaixo.
Cabo direto

Os cabos diretos são utilizados para interligar computadores e HUBs/Switchs. Nestes cabos, as pontas devem ser exatamente iguais, pois, caso contrário, a transferência de dados não irá ocorrer. O padrão utilizado em um dos cabos deverá ser o mesmo na rede inteira.

É verdade que você pode criar a sua própria sequência e utilizá-la em sua rede, entretanto, é extremamente aconselhável que você utilize uma dessas duas sequências sugeridas, não apenas por questões de funcionamento correto, mas também por questões de padronização. Se outra pessoa precisar corrigir algum problema em seus cabos, ela saberá qual é a sequencia utilizada e será muito mais fácil para solucionar o problema.

Os padrões são dessa forma, pois foram os melhores modos encontrados para que houvesse o mínimo possível de interferência eletromagnética no cabo, seja esta externa ou gerada pelo próprio cabo, e é justamente por isso que os pares são trançados entre si.

Se você desejar usar uma sequência própria por achar muito difícil crimpar o cabo utilizando uma das duas sequências mencionadas, tenha em mente que você terá grandes chances de ter uma rede que não funcione com desempenho total ou até mesmo que não venha a funcionar.
Crossover

Cabos crossover são utilizados para interligar dois computadores diretamente, dispensando o uso de um HUB ou Switch. Nesse caso, se você precisar compartilhar a internet, será necessário que um dos dois computadores possua duas placas de rede. Em uma delas você ligará o cabo crossover e em outra o cabo da internet, o qual será um cabo direto. Os cabos crossover também são utilizados para ligar um HUB/Switch a outro.

Ampliar (Fonte da imagem: Baixaki)

Há um detalhe importante: se as placas de rede dos computadores forem placas com velocidade de 1000 Mbits (o que é bastante comum), você deverá utilizar outro padrão, um pouco diferente dos EIA/TIA 568A e EIA/TIA 568B, em uma das pontas para que a transmissão de dados possua a maior velocidade possível. Caso contrário, a velocidade máxima utilizada será de 100 Mbits. A rede funcionará normalmente, porém não na velocidade total.

Existem dois padrões para esse tipo de crossover. Dependendo do padrão que você escolher para a outra ponta do cabo, seja EIA/TIA 568A ou EIA/TIA 568B, você deverá escolher uma das duas para a outra ponta. Observe nas imagens abaixo os padrões de crossover para redes de 1000 Mbits.

(Fonte da imagem: Baixaki)
Auto Crossover

Atualmente, a tecnologia Auto MDI/MDIX, criada pela Hewlett Packard, detecta automaticamente o tipo de cabo necessário e configura a transmissão dos dados apropriadamente. Assim, não é mais imprescindível o uso de cabos crossover nessas situações.

HUBs, Switches e placas de rede comumente têm a tecnologia auto-MDIX, o que facilita a conexão entre computadores e HUBs ou Switches. Se um dos dispositivos envolvidos possuir a tecnologia, o crossover é automatizado. Esse tipo de cabo só se faz necessário quando ambos os componentes não possuem essa tecnologia (basta conferir nas especificações de uma placa, HUB ou Switch).
Detalhes do alicate

Antes de iniciar, observe o alicate de crimpagem. Nele, existem dois tipos de guilhotinas: uma para desencapar os cabos e outra para aparar os fios. Em alguns casos, existe um sulco no qual o cabo deve ser inserido para ser descascado. Existe também um conector no qual serão crimpados os conectores RJ-45.

Ampliar (Fonte da imagem: Baixaki)

Agora que você já sabe os tipos de cabo e quando deve usá-los, e também já conhece o alicate de crimpagem, é hora de começar o trabalho. Escolha um padrão de sequência para as pontas dos cabos e lembre-se de usar apenas esse padrão em toda a rede (salvo em casos de conexão de HUB/Switch com outro HUB/Switch, que é quando se faz necessário o uso de cabo crossover). Veja agora como crimpar os cabos.

Corte um pedaço da capa do cabo. Faça isso colocando o cabo no compartimento para descascar a capa, girando o alicate, de modo que a capa que envolve o cabo seja cortada. Não utilize muita força, pois se fizer isso, você poderá cortar um dos fios internos do cabo. Caso isso ocorra, reinicie o processo.

Ampliar (Fonte da imagem: Baixaki)
Os cabos coloridos estarão separados em pares, e cada par possui uma cor específica. Separe os cabos estique-os para deixá-los bem lisos, ficando mais fácil e eficiente de se trabalhar com eles.

Fios separados e esticados(Fonte da imagem: Baixaki)

Separe as pontas na ordem correta, e, utilizando a lâmina para aparar os fios, corte-os de modo que fiquem bem alinhados. Após isso, insira-os no conector RJ-45. Com a trava virada para baixo e com as pontas metálicas viradas para a sua direção, interprete a sequência que vai de um a oito, contado da esquerda para a direita.

Não deixe que os fios coloridos fiquem para fora. A capa do cabo deve ficar dentro do conector RJ-45, quase até a metade do conector. Se isso não ocorrer, diminua o tamanho dos fios internos até que isso ocorra. Observe as fotos abaixo e veja como seu cabo deverá ficar ao final do processo.

(Fonte da imagem: Baixaki)

Certifique-se de que todos os fios coloridos estão chegando até o final do conector, de modo que quando você for crimpá-los, as placas douradas encostem em todos os fios coloridos. Caso isso não ocorra em todos os fios, não haverá contato entre o fio e a placa dourada, e os dados não serão devidamente transmitidos.

Fios chegando até o final do conector(Fonte da imagem: Baixaki)

Após ter se certificado de que os fios estão chegando até o final do conector, insira-o no compartimento do alicate para finalmente crimpar o cabo. Insira o conector conforme mostrado na imagem abaixo e pressione o alicate com força para que as travas metálicas encostem nos fios coloridos. Após isso, analise o conector e verifique se todas as travas estão abaixadas. Caso alguma não esteja devidamente abaixada, repita o processo.

Conector inserido no alicate(Fonte da imagem: Baixaki)

Sua rede está pronta! Agora é hora de configurar os computadores e finalizar o trabalho para que você possa compartilhar dados na rede. Você pode conferir outros artigos que explicam como fazer as configurações de rede nos links abaixo:

domingo, 3 de julho de 2011

Por que o computador às vezes reinicia sozinho?

Não importa se você utiliza o Linux, o Windows ou o Mac OS. Todos os sistemas operacionais estão sujeitos a erros. Assim também ocorre com os componentes de hardware, os quais podem apresentar defeitos ou mau funcionamento da noite para o dia.
Acontece que nem sempre um problema gera a queima do componente, assim como nem todas as falhas vão danificar o sistema. Geralmente os computadores vêm configurados para tentar reparar um dano — e evitar outros — através de uma reinicialização.
E é neste quadro que você se encaixa, afinal, é bem provável que você já tenha sido uma vítima dos “resets” aleatórios que não aparentam ter causas justificadas. Para quem já está angustiado com esses problemas de reinicializações infinitas, vamos explicar as principais causas e ajudar com algumas soluções.
As reinicializações podem acontecer a qualquer momento, todavia, analisando o momento em que o PC reinicia, é possível filtrar as possíveis causas do problema. Sendo assim, separamos nosso artigo em três diferentes situações, as quais você acompanha logo abaixo junto com as possíveis soluções.
Importante: neste artigo abordamos dicas para o Windows e hardware em geral.

Durante a inicialização do sistema ou do PC

Em teoria, o pior problema que pode acontecer no seu computador é a reinicialização automática antes do carregamento do sistema operacional — não cogitamos aqui a possibilidade de ele nem sequer ligar, pois isto seria bem mais complexo de solucionar.

Problemas de hardware

Caso você esteja passando por este tipo de situação, deve analisar se você realizou a instalação de algum componente recentemente. Ao adicionar um novo item de hardware, é importante verificar se ele está devidamente encaixado (algumas placas-mãe possuem travas, as quais devem trocar de posição quando a placa é instalada).
Instalando novos módulos de memória
Além disso, você precisa averiguar se a placa-mãe está limpa, pois se houver poeira no slot, o novo item de hardware pode não ter total contato com a placa. Também é importante verificar se o novo componente não necessita de energia extra, porque se for o caso, ele pode exigir energia excessiva da placa-mãe, a qual vai mostrar que há um problema através da reinicialização automática.
Para quem não instalou novas placas no PC, é preciso partir para testes mais rigorosos com os componentes que já estavam presentes no computador. Normalmente, os problemas são mais comuns no disco rígido ou na memória. Portanto, verifique se a BIOS do seu computador está detectando corretamente o HD e a quantidade de memória instalada.
Detalhe: se o seu computador reiniciou e repentinamente começou a apitar, pode significar que a memória RAM está com problema. Confira no manual da sua placa-mãe se o som emitido é referente a este problema ou outro defeito.
Caso seu disco não tenha sido detectado ou se a quantidade de memória estiver errada, abra o gabinete e verifique se os cabos do disco estão devidamente conectados e se os módulos de memória estão bem encaixados. Depois de analisar a conexão do cabo do HD, tente utilizar outro cabo, para verificar se não é este o problema. No caso dos módulos de memória, pode ser interessante tentar trocá-las de slot.
Analisando o funcionamento do HD
Atenção: após testar a memória em outro slot e verificar que o erro persistiu, retorne os módulos para os slots iniciais, pois se sua placa suporta configurações dual ou triple channel, é melhor que a memória esteja instalada nos slots corretos para você obter o mais alto desempenho.
Nota: você ainda pode testar seu HD em outro PC, para verificar se ele está sendo detectado e operando normalmente. Havendo esta possibilidade, aproveite para tentar iniciar o Windows. Caso ele carregue normalmente, significa que o sistema pode estar em conflito com algum componente de hardware. Não é recomendado testar a memória RAM em outra máquina, pois, se ela estiver danificada, pode estragar o computador.

Um teste de memória seguro

Algumas fabricantes, como a HP, enviam softwares de diagnósticos para serem utilizados sem a necessidade de um sistema operacional. Estes aplicativos podem ser acessados logo na primeira tela que aparece ao ligar o PC e geralmente são acessíveis com uma tecla-chave, que pode ser “Esc”, “F10” ou uma das outras teclas funções. Se a sua máquina contar com um programa do gênero, execute-o e aguarde para saber se não existem problemas críticos.
Os usuários que montaram o próprio computador ou compraram em alguma loja de informática também podem executar testes de diagnóstico para a memória. Evidentemente, como o Windows não está inicializando, você pode aproveitar o famoso Ubuntu para efetuar esta análise. Veja como:
  1. Baixe a versão mais recente do Ubuntu e grave-a num DVD;
  2. Configure a BIOS para seu computador inicializar a partir da unidade ótica;
  3. Na tela de opções do Ubuntu você deve selecionar “Teste de Memória” ou “Memory Test”;
  4. Testar memória
  5. Siga as instruções e aguarde até que o teste seja concluído;
  6. Caso algum erro seja apresentado, significa que um dos módulos de memória pode ter um defeito físico ou interno. Neste caso aconselha-se a substituição do componente.
Nota: o disco do Windows Vista e do Windows 7 também possuem ferramentas para diagnosticar a memória RAM. Para acessar este aplicativo basta inserir o CD e escolher o item "Reparar o sistema".
Diagnóstico de memória do Windows

Problemas do sistema

As soluções na parte de hardware não deram certo? Então pode ser que o problema seja no seu Windows. Para começar a analisar os problemas, você deverá averiguar se existe a possibilidade de inicializar através do modo de segurança. O procedimento é simples:
  1. Após ligar o computador, fique atento quando a tela de introdução (que geralmente exibe uma logo ou informações sobre o PC) sumir. Logo após, pressione a tecla “F8”;
  2. Algumas opções devem aparecer na tela. Selecione o item “Iniciar o Modo de Segurança com Rede” para carregar o Windows com a menor quantidade de recursos possível;
  3. Caso o Windows inicialize, você deverá seguir os passos indicados no número 6, do contrário, continue realizando os itens a seguir;
  4. Como o Windows não carregou no “Modo de Segurança”, você deve tentar o item “Últimas Configurações Válidas” e “Modo de Depuração”;
  5. Se o Windows iniciou corretamente, siga as instruções abaixo, do contrário, pule para o tópico “Problemas de formatação”;

    Após executar o Windows no “Modo de Segurança”, tente reiniciar o computador para averiguar se o problema foi corrigido. Caso não tenha sido, acesse novamente o “Modo de Segurança” e execute os seguintes passos:
  6. Clique com o botão direito sobre o ícone “Computador” e escolha “Propriedades”;
  7. No lado esquerdo da janela aberta há o item “Configurações Avançadas do Sistema”. Clique nele para abrir a janela com as “Propriedades do Sistema”;
  8.  Certifique-se de estar na aba “Avançado” e então clique no botão “Configurações...” na seção “Inicialização e Recuperação”;
  9. Desmarque a caixa “Reiniciar Automaticamente”.
Isto deve solucionar o problema de reinicialização, entretanto não significa que seu computador vai funcionar normalmente. Pode ser que o Windows agora apresente uma tela de erro com um código alfanumérico. Se isto acontecer, você pode aproveitar o erro fornecido pelo sistema para pesquisar qual problema está impedindo a inicialização do sistema.
Vale salientar que os passos acima não garantem que seu computador esteja livre de reinicializações aleatórias. Pode acontecer de que a própria BIOS esteja ativando o reset, de modo que você terá de pesquisar se outros usuários já tiveram problema semelhante com a placa-mãe em questão.

Problemas de formatação

Se você chegou a esta etapa, significa que o problema de reinicialização no seu computador está relacionado a alguma partição do disco rígido. Note que você eliminou boa parte dos erros ligados diretamente à parte de hardware e também tentou, de muitas maneiras, carregar o sistema operacional com modos alternativos.
Como nada solucionou, conclui-se que o erro do seu computador está ligado a algum problema de formatação ou de falta de arquivos críticos para a inicialização do Windows. Para solucionar as reinicializações constantes você tem duas opções. A primeira é tentar restaurar o sistema operacional com o disco de instalação.
A segunda é efetuar um backup (seja usando outro sistema para gravar os dados em uma mídia externa ou instalando seu HD em outro PC) dos documentos principais para poder formatar a máquina.
Faça um backup antes de formatar

Durante uso normal

Uma parte considerável das reinicializações aleatórias não são tão aleatórias. Em geral, elas ocorrem no dia a dia e quase sempre estão relacionadas a problemas ocasionados pelo próprio usuário.

Unidades externas

A utilização de um mesmo dispositivo externo (como um pendrive ou um HD removível) em diversos computadores pode acarretar na transmissão de vírus e de outras pragas que não são agradáveis. Para certificar-se de que suas unidades de armazenamento portáteis estão sempre limpas é importante efetuar verificações com softwares de segurança confiáveis.
Evidentemente, esta dica é válida até para usuários que não estão enfrentando problemas com reinicializações aleatórias, mas caso você seja uma vítima do reset automático do Windows, deve ficar ainda mais ligado. Vale salientar, no entanto, que só conectar um pendrive na porta USB não deve gerar problemas, mas ao executar algum vírus seu PC estará sujeito a pragas diversas.
Ótimo condutor de pragas
Sabemos que existem casos em que os vírus se espalham com a função “autorun”, não necessitando de nenhuma ação por parte do usuário. Assim como também é possível que o Windows não chegue nem a ler o pendrive e um reboot já seja ativado. Por que ocorre isso? Quando o problema não é um vírus presente em algum arquivo da unidade externa e também não é na “Reprodução Automática” deste dispositivo, o defeito pode estar na porta USB.
Como assim? A porta USB não é simplesmente um buraquinho onde vai encaixado um negócio que passa seus arquivos. Tanto a porta USB quanto o conector USB (do dispositivo em questão) possuem contatos elétricos, os quais transmitem energia e dados.
Sendo assim, quando algum problema físico existe na conexão USB, o computador é reinicializado instantaneamente, pois a máquina é preparada para evitar curtos-circuitos que podem acarretar em danos mais sérios.

Mais problemas no disco rígido

O sistema operacional estar carregando normalmente não significa que sua unidade de armazenamento principal está 100%. Inclusive, com o uso constante do PC é normal que o HD apresente desgastes diversos, pois ele é uma das poucas partes mecânicas do computador. Sendo assim, pode acontecer de o disco rígido ter sofrido algum dano em determinada região, o que torna os dados inacessíveis ao sistema operacional.
E isto pode acarretar em uma atividade já esperada: a reinicialização. Corrigir problemas físicos do HD não é possível, todavia, existe a possibilidade de vasculhar por erros nos dados. O próprio Windows possui uma ferramenta (a famosa Verificação de Erros) para realizar este reparo e geralmente não é necessário um software avançado. Confira como realizar o procedimento no Windows 7:
  1. Acesse o item “Meu Computador”;
  2. Clique com o botão direito sobre a unidade em que deseja buscar por problemas e escolha “Propriedades”;
  3. Propriedades
  4. Vá para a aba “Ferramentas” e clique em “Verificar Agora”;
  5. Verificar agora
  6. Marque as opções “Corrigir erros de sistema de arquivos automaticamente” e “Buscar por setores defeituosos e tentar recuperá-los”;
  7. Buscar e corrigir erros
  8. Clique em “Iniciar” e aguarde até que o processo seja concluído.

Programas ou drivers corrompidos

Caso o seu disco rígido não tenha apresentado falhas, você deve começar a suspeitar dos softwares que tem utilizado. Apesar de o Windows não costumar abrir arquivos corrompidos, pode acontecer de que algum aplicativo possa ser executado normalmente e, quando alguma dependência seja aberta, um erro inesperado aconteça.
Assim também ocorre com drivers corrompidos, os quais nem sempre apresentam problemas críticos. Acontece que se o sistema tenta utilizar alguma função de um determinado componente e o driver correspondente apresenta algum defeito, o sistema pode reinicializar o computador por presumir que o problema seja no item de hardware.
Atualizando drivers com o Device Doctor
Para solucionar o problema com drivers corrompidos, uma reinstalação deve ser suficiente. Claro que você teria de saber qual componente está com o software corrompido e, como nem sempre isso é simples de descobrir, a reinstalação de todos os drivers é recomendada. Você também pode utilizar um programa de diagnóstico. Confira nosso artigo sobre aplicativos que buscam por drivers atualizados.

Erros no registro e nos arquivos do sistema

Como estamos analisando possíveis erros do sistema, não poderíamos deixar de pensar no registro e nas bibliotecas do Windows. Com a instalação e desinstalação de diversos aplicativos é comum que o registro do sistema sofra diversas alterações. E justamente em decorrência disto é que aparecem problemas, os quais acarretam na instabilidade do sistema.
Para restaurar o estado padrão do registro e solucionar problemas referentes às DLLs (as famosas bibliotecas do Windows) é recomendável restaurar o sistema. Os usuários que sempre seguem a dica do Baixaki de criar pontos de restauração não devem ter problemas para realizar esta etapa.
Restauração do sistema
Já quem não costuma salvar o estado do registro antes de instalar novos softwares terá de apelar para uma restauração automática. A realização deste procedimento é simples, sendo preciso apenas acessar o item Restauração do Sistema, presente no Menu Iniciar, dentro da pasta Acessórios, na subpasta Ferramentas do Sistema. Depois basta seguir as instruções fornecidas para tentar corrigir o erro de reinicialização aleatória.
Se preferir, acesse nosso artigo "Dicas do Windows 7: aprenda a configurar a restauração do sistema" para saber mais detalhes.

O vírus aperta o botão reset

Usuários que não utilizam softwares de segurança estão propensos a terem suas máquinas contaminadas com todos os tipos de pragas na internet. Pode parecer mentira, mas muitos vírus e malwares vêm programados para reiniciar o PC propositalmente. A solução é óbvia: instalar um antivírus bom para varrer o sistema em busca de pragas diversas.
Nesta etapa você pode escolher o antivírus que achar mais conveniente. A maioria dos softwares gratuitos do gênero são capazes de detectar os vírus mais perigosos, portanto, seu PC dificilmente sofrerá com pragas que reiniciam a máquina a todo instante. Vale ressaltar que se você tiver certeza absoluta de que seu computador está infectado e não conseguir remover os malwares, uma formatação é recomendada.

Durante a jogatina ou execução de softwares robustos

Quem possui um computador de configurações poderosas está mais sujeito a problemas diversos, isso porque existem componentes de hardware mais modernos e jogos que exigem potencial de todas as peças. Pessoas com PCs equipados para jogos podem experimentar quaisquer um dos problemas citados acima e ainda alguns que vamos lembrar abaixo.

Superaquecimento

Talvez você não tenha montado seu computador, contudo, se você já teve curiosidade algum dia e abriu o gabinete, deve ter notado que existe um cooler bem grande instalado no seu processador e outro na placa de vídeo. Pois bem, estes ventiladores de tamanho avantajado nem sempre fazem muito barulho, pois são fabricados para produzir o mínimo de ruído.
Somente escutando o som da ventoinha já é possível ter uma ideia se tudo está funcionando como deveria. Muitos dos novos coolers vêm programados para atuar automaticamente, não necessitando de ajustes manuais. Isto significa que o ventilador vai fazer mais barulho quando há um problema de superaquecimento.
Poeira pode gerar u superaquecimento
Apesar de o processador e a placa de vídeo possuírem alta qualidade e não apresentarem defeitos com frequência, pode acontecer que um deles superaqueça. E com o ruído excessivo do cooler pode ser fácil detectar tal problema. Claro que este não é o melhor método para averiguar se este é o problema que está causando os reboots constantes, portanto, recomendamos uma análise de temperaturas com programas específicos para tal atividade.
Existem diversos aplicativos que realizam o monitoramento de temperaturas, mas caso você queira experimentar um software leve e funcional, recomendamos o HWMonitor. Com este programa é possível ficar de olho nas temperaturas da placa de vídeo e do processador. Além disso, você pode verificar a velocidade de rotação dos coolers e a freqüência da CPU.
Não deixe sua CPU queimar!
Evidentemente, é preciso averiguar estes valores no estado normal do computador e posteriormente com a execução de jogos. Depois de comparar as temperaturas, velocidades e demais dados, você poderá ter ideia de qual componente está com problema. Caso você tenha outras peças para testar, recomendamos que o faça, pois assim você pode se certificar de qual é o problema exato e tentar corrigi-lo em breve.
A detecção de um problema é muito complexa, ainda mais que no caso de um PC com placa de vídeo robusta, diversas peças utilizam mais energia do que de costume. Isto significa que um problema de superaquecimento pode ser gerado por peças que requisitam mais corrente do que a fonte consegue fornecer. Sendo assim, você também deve procurar se informar sobre a real potência de sua fonte de alimentação, porque uma sobrecarga pode gerar maiores complicações.

Dicas finais

Ufa! Estamos quase no fim. Talvez você ainda não tenha conseguido resolver os problemas de reinicialização, portanto uma solução radical deve acabar com suas dores de cabeça. A dica final é a formatação, que deve acabar com qualquer defeito do sistema e de drivers. Depois de limpar seu PC completamente é recomendada a instalação dos programas e drivers mais recentes, para que novos erros não apareçam tão cedo.
E por último, mas não menos importante, a aquisição de um computador novo. O que não é uma solução viável, nem mesmo uma dica imprescindível, afinal, você possivelmente já deve estar com raiva do seu PC e com certeza já havia pensado nesta hipótese que custa uma quantia significativa. Aliás, esta última "solução" não deve ser levada a sério, afinal, estamos aqui para proporcionar soluções, não incentivar a desistência.

Como clonar os programas para instalá-los novamente quando você precisar

Duas das coisas mais inconvenientes ao comprar um computador novo ou formatar o PC velho são instalar todos os programas que utilizamos e, o que é ainda mais entediamte, configurá-los. Ao longo do tempo, é comum que adaptemos as preferências dos softwares de acordo com a nossa necessidade – o que torna esse procedimento ainda mais penoso.
Todavia, existem alguns programas que podem facilitar essa tarefa de transferência de aplicativos e configurações. Confira neste artigo preparado pelo Tecmundo e Baixaki como clonar os programas instalados na sua máquina para que eles possam ser implementados em outros computadores sem qualquer complicação.

Pré-requisitos


Cadastro

Para baixar o PickMeApp você precisa estar cadastrado no site do desenvolvedor. Ao pressionar o botão “Clique para Baixar” acima, você é redirecionado para a página de registro do software. Preencha as informações solicitadas (como nome de usuário, endereço de email, seu nome e sobrenome) (1) e clique em “Register and Download” (2).
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Em seguida, uma tela é apresentada exibindo o arquivo executável do programa. Clique em “Download” para iniciar a transferência. Após o arquivo ser completamente baixado, execute-o e siga as instruções do assistente de “instalação”.
Vale ressaltar que o PickMeApp não é instalado no disco de armazenamento, ele somente descompacta algumas pastas com os recursos de que precisa para funcionar. Portanto, grave bem o local onde o assistente de instalação extraiu esses arquivos, pois você precisará encontrá-los posteriormente.

Configuração

Por padrão, o PickMeApp não oferece a ferramenta para importação das configurações dos programas em funcionamento. Para ativá-la clique no botão “Settings” no canto superior esquerdo da janela, selecione a aba “Advanced” (3) e marque as opções “Capture with current application settings” e “Install with current application settings” (4).

É hora de clonar!

Com o PickMeApp devidamente instalado e configurado, chegou a hora de iniciar a clonagem. Ao abrir o aplicativo, é possível perceber que todos os programas instalados no PC são listados na área do lado esquerdo da tela. Selecione todos os softwares que você deseja reproduzir em outra máquina (5) e pressione o botão “Capture marked application(s) to the active profile” (6).

Ao realizar o passo anterior, o PickMeApp salva os instaladores e as configurações dos respectivos programas em arquivos no formato TAP – os quais ficam localizados no diretório “TAPPS” dentro da pasta criada após a descompactação. Copie toda a pasta descompactada pelo PickMeApp: selecione-a e execute a combinação Ctrl + C ou clique com o botão direito do mouse e, no submenu exibido, selecione a opção “Copiar” (7).
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Cole os arquivos copiados em algum dispositivo portátil, como um pendrive, para que você possa transportá-los para outras máquinas.

Restaurando os aplicativos e configurações

No computador de destino, conecte o dispositivo com o diretório copiado. Execute o lançador do PickMeApp e aguarde o seu carregamento. Confira se a configuração descrita nos passos 3 e 4 está ativada. Os programas que foram selecionados na máquina original devem aparecer na área “My Captured Applications” do lado direito da janela.
Caso isso não aconteça, clique no botão “Import”, encontre a pasta com os arquivos no formato TAPS copiados e abra-os. Ao visualizar os aplicativos capturados, selecione aqueles que você deseja instalar (8) e pressione o botão “Install marked application(s) to the active profile” (9).

Pronto! Agora basta esperar que o PickMeApp instale todos os softwares indicados. Com o término do procedimento, é hora de executar os programas, logar nos serviços que exigem acesso restrito e usufruir de todo o conteúdo que você possuía no computador antigo.

Observações

Existem algumas peculiaridades no funcionamento do PickMeApp que precisam ficar bem claras. A primeira delas é que esse software realiza a migração dos instaladores e configurações dos respectivos programas. Ele NÃO importa dados de acesso a serviços online, como logins e senhas de Skype, MSN e clientes do Twitter.
Outro ponto que deve ser observado antes de trocar de computador são as plataformas de desenvolvimento e suporte a outros aplicativos. Isso porque o PickMeApp não identifica ou transporta esses softwares requeridos, como Java, Adobe AIR e Microsoft .NET Framework. Portanto, lembre-se de marcá-los na hora de selecionar os itens que você deseja capturar ou instale-os manualmente para o correto funcionamento de todos os programas migrados.
Fique atento, também, com a compatibilidade entre sistemas operacionais, caso a máquina em que você vá instalar os programas possua uma versão de SO diferente do original. Alguns aplicativos podem apresentar falhas de execução por não terem suporte.
Para finalizar, algumas plataformas de suporte podem limitar a ação do PickMeApp. Durante os testes realizados, os programas que utilizam o Adobe AIR não tiveram as preferências aplicadas, apesar de serem corretamente instalados. Nesses casos, as configurações terão que ser feitas manualmente.