quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Navegando em sites bloqueados




Várias empresas precisam bloquear sites como Orkut e Facebook para evitar o abuso do vício por alguns usuários. Geralmente o administrador de redes bloqueia os sites por palavras chaves ou pelo IP, sendo por palavras mais abrangente.
O que você deve fazer é procurar por sites que oferecem um serviço de mascarar o site, como Ninjaproxy ou Speedhide. Neses sites você só precisa colocar o site que quer entrar e ele carrega para você criptografado. Experimente:
Por favor não usem essa dica na nossa empresa, vou saber :)

domingo, 7 de agosto de 2011

Anonymous prepara nova ferramenta para atacar sites

Programa esconde o IP do usuário, dificultando o trabalho das autoridades.


O Anonymous divulgou na última terça-feira (2 de agosto) que está desenvolvendo uma nova ferramenta para derrubar sites através de ataques DDoS. A revelação foi feita através do blog AnonPlus Communications, que reúne novidades sobre o grupo de hackers e mensagens que incentivam a liberdade de informação e criticam governos considerados repressores.

Segundo os responsáveis pelo texto publicado, o motivo para a substituição é o número crescente de prisões entre os membros do grupo. A ferramenta utilizada até então, chamada LOIC (Low Orbit Ion Cannon, ou canhão de íons de baixa órbita), tinha como falha revelar o endereço de IP a partir do qual partiam os ataques feitos a sites de governos e grandes empresas. Com essa informação, forças policiais tinham como identificar facilmente a fonte do ataque e prender o responsável.

A nova ferramenta, batizada como #RefRef mascara automaticamente o IP dos usuários, protegendo informações de pessoas e dificultando o trabalho das autoridades. Segundo o Anonymous, o software usa os recursos das redes invadidas contra elas mesmas, resultando na exaustão dos servidores que acabam saindo do ar. O grupo de hackers afirma que a versão final novidade deve estar disponível a partir de setembro de 2011.

Revelada a maior série de ciberataques; ONU está entre os alvos

A companhia de segurança na computação McAfee, que descobriu as invasões, afirmou acreditar que existe um "protagonista estatal" por trás dos ataques, mas não identificou o país.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/12136-revelada-a-maior-serie-de-ciberataques-onu-esta-entre-os-alvos.htm#ixzz1UMUcPtZq

Reuters. Por Jim Finkle - Especialistas em segurança descobriram a maior série de ciberataques já realizada, que envolveu infiltração nas redes de 72 organizações, entre as quais a Organização das Nações Unidas, governos e empresas de todo o mundo.

A companhia de segurança na computação McAfee, que descobriu as invasões, afirmou acreditar que existe um "protagonista estatal" por trás dos ataques, mas não identificou o país, ainda que um especialista em segurança informado sobre o caso tenha afirmado que os indícios apontam para a China.

A longa lista de vítimas dos cinco anos de ataque inclui os governos dos Estados Unidos, Taiwan, Coreia do Sul, Vietnã e Canadá; a Associação dos Países do Sudeste Asiático (Asean); o Comitê Olímpico Internacional (COI); a Agência Mundial Antidoping; e diversas companhias, de fabricantes de material bélico a grupos de alta tecnologia.

No caso da ONU, os hackers invadiram o sistema de computação de seu secretariado em Genebra, em 2008, e operaram em silêncio na rede durante dois anos, obtendo discretamente grande volume de dados sigilosos, de acordo com a McAfee.

"Até mesmo nós nos surpreendemos com a enorme diversidade de vítimas e nos espantamos com a audácia dos responsáveis", escreveu Dmitri Alperovitch, vice-presidente de pesquisa de ameaças da McAfee, em um relatório de 14 páginas divulgado na quarta-feira.

"O que está acontecendo com todos esses dados... é ainda em larga medida uma questão em aberto. No entanto, se apenas uma fração deles vier a ser usada para criar produtos concorrentes melhores ou derrotar um rival em uma negociação importante (por roubo dos planos do concorrente), a perda de dados representa imensa ameaça econômica", afirmou.

A McAfee descobriu as dimensões da campanha dos hackers em março deste ano, quando pesquisadores localizaram registros dos ataques ao revisar o conteúdo de um servidor de "comando e controle" que haviam identificado em 2009 como parte de uma investigação de violações de segurança em companhias do setor de defesa.

A companhia batizou os ataques de "Operação Shady RAT" e afirmou que as primeiras violações datam da metade de 2006, ainda que possa ter havido invasões anteriores. (RAT quer dizer "remote access tool", um tipo de software que hackers e especialistas em segurança utilizam para acesso remoto a redes de computadores.)

Alguns dos ataques duraram apenas um mês, mas o mais o longo --contra o comitê olímpico de um país asiático não identificado-- se estendeu intermitentemente por 28 meses, de acordo com a McAfee.

"Empresas e agências governamentais estão sendo pilhadas e violadas a cada dia. Perdem vantagens econômicas e segredos nacionais para concorrentes inescrupulosos", disse Alperovitch à Reuters.

"Trata-se da maior transferência de riqueza de todos os tempos, em termos de propriedade intelectual", disse. "A escala do que vem ocorrendo é muito, muito assustadora."


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Governo dos EUA desafia hackers para resolver os "problemas mais difíceis do planeta"

Os talentos dos hackers estão em grande demanda pelo governo dos EUA para as guerras cibernéticas que representam ameaça crescente à segurança do país, e eles são escassos

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Reuters. Por Tabassum Zakaria - A Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos tem um desafio para os hackers que se gabam de suas capacidades: provar do que são capazes trabalhando nos "problemas mais difíceis do planeta".

Os talentos dos hackers estão em grande demanda pelo governo dos EUA para as guerras cibernéticas que representam ameaça crescente à segurança do país, e eles são escassos.

Por isso, uma verdadeira sopa de letrinhas de agências federais norte-americanas --DOD, DHS, Nasa, NSA-- participarão da Defcon, uma conferência anual de hackers que acontece esta semana em Las Vegas. A inscrição para o evento custa 150 dólares, pagos em dinheiro, sem registro de nomes. O número de participantes esperado é de mais de 10 mil.

A NSA está entre os mais ávidos participantes dessa busca. A agência de espionagem desempenha papel tanto ofensivo quanto defensivo nas guerras cibernéticas. Conduz escutas eletrônicas contra adversários e protege as redes de computadores norte-americanas que hospedam material altamente secreto e representam alvo suculento para os inimigos dos EUA.

"Hoje estamos em busca de guerreiros cibernéticos e não de cientistas espaciais", disse Richard "Dickie" George, diretor técnico da divisão de proteção de informações da NSA, que cuida das operações de defesa cibernética da agência.

"É a corrida em que estamos envolvidos hoje. E precisamos dos melhores e mais brilhantes profissionais para assumir esse status de guerreiros cibnernéticos", declarou em entrevista à Reuters.

A NSA vai contratar cerca de 1,5 mil pessoas no ano fiscal que se encerra em 20 de setembro e número semelhante no ano que vem, a maioria das quais especialistas em combate cibernético. Com pouco mais de 30 mil funcionários, a NSA, sediada em Fort Meade, Maryland, tem porte muito maior que o de todas as demais agências de inteligência norte-americanas, incluindo a Central Intelligence Agency (CIA).

A organização também realiza operações de espionagem cibernética e outras ações ofensivas, algo que raramente ou nunca discute publicamente.

Na Defcon, porém, a NSA e demais organizações federais estarão concorrendo com a iniciativa privada pelo talento dos hackers.

A NSA precisa de especialistas em segurança cibernética para proteger melhor suas redes, defendê-las com atualizações, realizar "testes de penetração" em busca de brechas de segurança e procurar sinais de quaisquer ciberataques.

A NSA está expandindo suas fileiras de hackers, mas George diz que esse é um talento escasso. "Está sendo difícil encontrar as pessoas de que precisamos."


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Facebook vai pagar US$ 500 para quem achar falhas na programação da rede


O Facebook vai pagar hackers que encontrarem problemas no site, contanto que eles informem a equipe da rede social antes.
A companhia está seguindo a onda da Google e da Mozilla lançando um programa web de “recompensas por bugs”. Para os problemas relacionados à segurança, como cross-site scripting, a empresa vai pagar uma quantia fixa de US$ 500. Se forem brechas realmente significativas, pagará mais, mas a quantia não foi informada.
“No passado, nós focávamos em reconhecimento, colocando o nome deles em nossa página, enviando itens promocionais e usando isso como uma avenida para entrevistas e processo de recrutamento”, disse Alex Rice, líder de produtos de segurança do Facebook. “Estamos ampliando isso agora para recompensas monetárias”.
Na sexta-feira, o Facebook vai lançar o recurso no portal Whitehat, em que pesquisadores podem se inscrever para o programa e reportar bugs.
Muitos hackers divulgam as falhas de software ou sites que encontram para ganhar prestígio. Encontrar um bug importante em um site amplamente acessado, como o Facebook, pode ajudar um hacker a construir uma carreira, e contar à imprensa sobre os bugs pode torná-lo(a) famoso.
Mas conversar sobre os problemas antes de o Facebook liberar um patch pode ser perigoso para os usuários. Nos últimos anos, outras companhias iniciaram programas de recompensa por bugs para encorajar hackers a ficarem em silêncio até que a empresa corrija os problemas.
A Google paga entre US$ 500 e US$ 3.133,70, dependendo a severidade da falha.
A gigante das buscas começou a oferecer as recompensas no começo de 2010, e então em novembro expandiu a iniciativa para cobrir bugs nas propriedades web também.
O programa ajudou a empresa a descobrir muitos problemas de programação nos últimos oito meses, a maior parte em programas da Google que são pouco usados, afirmou o porta-voz da empresa.
A Google vê o programa como um grande sucesso. “Estamos muito felizes com o sucesso que nossa iniciativa para diminuir a vulnerabilidade dos sites. Já pagamos US$30 000 e vimos uma variedade de bugs interessantes”, segundo o porta-voz.
A equipe de segurança do Facebook já participa de diálogos entre pesquisadores de segurança e os próprios programadores do site. A companhia recebe de 30 a 50 chamadas de hackers por semana. As informações levam a uma média de um a três bugs acionáveis por semana, afirmou Rice. A maior parte é de falsificação de cross-site scripting ou cross-site requests. São problemas comuns em programação web que podem ser explorados por cibercriminosos.
Os executivos da companhia disseram que manter um bom relacionamento com a comunidade hacker é muito importante. O Facebook patrocinou a conferência hacker Defcon pelos últimos dois anos e o chefe de segurança da rede social, Joe Sullivan, vê esse encontro como um local chave para recrutar novos talentos e educar funcionários de segurança.

Hacker do iPhone é fã da Apple e considera Android ‘o inimigo’



Quem se interessa por jailbreaks de iOS (programas desenvolvidos por hackers para liberar dispositivos para serem usados em qualquer operadora e com aplicativos não-oficiais) já deve ter ouvido falar desse nome: Comex, o gênio que está por trás do site JailbreakMe 3.0. Uma das figuras mais famosas da comunidade jailbreak não tinha nenhuma informação relevante conhecida do grande público. Pelo menos não até ele finalmente conceder sua primeira entrevista.
Comex não está em busca de dinheiro: seu site é gratuito, embora aceite doações. Ele não critica a Apple por querer controlar o que os usuários podem instalar em seus dispositivos, se considera um fanboy da empresa de Steve Jobs e classifica o Android como “o inimigo”.
Quem conseguiu arrancar algumas informações do garoto de 19 anos foi o site da revista Forbes. A matéria revela que seu nome verdadeiro é Nicholas Allegra. Ele mora com seus pais em Chappaqua, Nova York, e esteve de licença da Brown University desde o inverno passado, à procura de um estágio.
Os feitos de Comex surpreenderam hackers conhecidos quando o JailbreakMe chegou à incrível marca de mais de 2 milhões de downloads. “Não achava que alguém poderia fazer o que o Comex faz em anos”, disse Charlie Miller, um ex-analista da Agência de Segurança Nacional e o primeiro a hackear um iPhone, em 2007. “Agora, foi feito por um jovem que nunca ouvimos falar. Ele me pegou de surpresa”, completou.
Ele também contou à Forbes que em seu tempo livre gosta de desvendar códigos dos iOS da Apple, o que, para ele, não é “nada muito difícil”. O estudante aprendeu a programar com apenas nove anos, pegando dicas de fóruns na internet. “Quando tive um computador nas aulas de ciência no ensino médio, eu já sabia tudo”, contou. “Eu não segui o mesmo caminho do resto da comunidade de segurança. Então, para eles, eu apareci de repente”, explica.

domingo, 31 de julho de 2011

Rede social do Anonymous é hackeada

(Fonte da imagem: AnonPlus)
Dois dias após o grupo Anonymous anunciar a criação da rede social AnonPlus, um grupo rival invadiu a página e alterou as informações mostradas. Durante grande parte da última quarta-feira (20 de julho), quem entrava no site era surpreendido por uma mensagem atribuída a hackers identificados pelo nome AKINCLAIR.
Além de realizar alterações nas informações disponíveis na página, os invasores publicaram um novo logo onde um cachorro usando terno se destaca. Confira abaixo o texto publicado, em uma tradução livre:
“Nós somos TURKIYE. Nós somos AKINCLAIR;
Esse logo combina melhor com vocês. Como vocês ousam se levantar contra o mundo? Vocês realmente acham que são o Império Otomano? Nós pensamos que vocês não podem desafiar o mundo e vamos lhes ensinar que (o grupo Anonymous) não pode se tornar social. Agora vão todos para seus canis...”
Akinclair é o nome de um distrito na Turquia, e também é a identidade assumida por um grupo de hackers que costuma invadir sites para publicar mensagens nacionalistas exaltando o país. A palavra também se trata de um termo usado pelo exército otomano, que significa algo próximo a corsários.

Retaliação

A motivação por trás do ataque seria outro ataque feito em junho pelo Anonymous contra sites do governo turco. Os membros do grupo tiraram do ar páginas ligadas ao governo do país, após a aprovação de uma lei que permitia o uso de filtros para bloquear conteúdos disponíveis aos usuários de internet na Turquia.
Aparentemente, o AnonPlus voltou a ser controlado por seus donos originais, e quem acessa o endereço é redirecionado a um fórum de mensagens mantido pelos hackers. Um dos membros do grupo reconheceu o ataque, afirmando que tal ação era a atitude mais ignorante que já havia presenciado.
(Fonte da imagem: AnonPlus)
Os responsáveis pela rede social aproveitaram a ocasião para afirmar que são jornalistas, e não hackers. Segundo a mensagem publicada, o press release divulgado anteriormente tinha como intenção esclarecer que o objetivo do serviço é oferecer um espaço em que qualquer pessoa pode participar sem o risco de sofrer censuras.
Segundo o Anonymous, o ataque não teve qualquer efeito negativo sobre o projeto, e só serviu para provar que grupos nem um pouco anônimos temem o potencial da iniciativa. A mensagem afirma que o objetivo final está cada vez mais próximo, e que nada vai impedir que a rede social seja finalizada.