quinta-feira, 8 de setembro de 2011

BitDefender lança scan anti-malware para Twitter

A empresa de segurança BitDefender lançou um software de segurança para o Twitter que é capaz de identificar quais conteúdos acessados pelo usuário podem ser considerados ameaças de segurança.
O BitDefender Safego, atualmente em fase beta, possui um recurso chamado Contact Safety Rainbow que analisa sua lista de seguidores e dá aos usuários uma de quatro notas baseadas em cores para definir um grau de ameaça. Qualquer seguidor que receber a cor vermelha é considerado altamente suspeito e pode ser uma fonte de malware, spam ou é qualificado como um perfil potencialmente usado para phishing.
Além disso, uma vez instalado o utilitário, ele irá continuar a análise da sua conta e notificar através de mensagens diretas (DMs) a respeito de quaisquer ameaças novas. Entretanto, uma ferramenta chamada Scan on Demand também pode conferir um perfil antes que o usuário comece a segui-lo. O BitDefender Safego também pode verificar se existe spam em DMs e links maliciosos, assim como em mensagens que foram enviadas sem a autorização do dono do perfil caso a conta tenha sido prejudicada.
A versão anterior do software já havia sido lançada para Facebook, e chegou agora para o serviço de microblogs. O BitDefender Safego para Twitter é gratuito e pode ser baixado a partir de um site exclusivo da empresa para o serviç

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Schwarze Sonne RAT 2.0 Alpha 2

Trojan novo, facil de deixar indetectavel



 
 
 
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Engenharia reversa em patch da Microsoft pode ajudar hackers em ataques

A empresa de segurança Qualys demonstrou nesta semana como aplicar engenharia reversa a uma correção da Microsoft para lançar um ataque de negação de serviço (DoS) contra servidores Windows DNS.

A prova de conceito mostra os passos que um hacker poderia seguir para atacar o Windows e põe em evidência a importância de aplicar as correções (patches) da Microsoft o mais rapidamente possível logo após a liberação do pacote mensal Patch Tuesday.

A correção utilizada pela Qualys resolvia duas brechas no Windows DNS Server e havia sido classificada como crítica, a mais alta dentro da escala da Microsoft.

A criadora do Windows afirmou não esperar que a vulnerabilidade fosse explorada este mês, mas a prova de conceito da Qualys mostra que isso seria possível.

“Nós fizemos a engenharia reversa do patch para entender melhor o mecanismo da vulnerabilidade e descobrimos que ela poderia ser explorada com alguns passos básicos”, escreveu, em blog, o engenheiro de segurança Bharat Jogi, da Qualys. “A prova de conceito descrita abaixo demonstra uma negação de serviço, mas cibercriminosos poderiam utilizar a falha para executar código remotamente.”

Comparação binária
A Qualys usou uma ferramenta de comparação binária de arquivos (“binary diffing”), chamada TurboDiff, para comparar as versões corrigidas e não corrigidas dos arquivos do DNS Server afetados. Isso ajudou os especialistas a “entender as mudanças que foram feitas para corrigir a vulnerabilidade”, mas também poderia ajudar pessoas mal-intencionadas a aprender como explorar a vulnerabilidade e usá-la contra os sistemas que ainda não receberam a atualização de segurança.

Depois que as vulnerabilidades foram identificadas, a Qualys configurou dois servidores DNS em laboratório e derrubou um deles com uns poucos comandos. Como a execução do ataque exige apenas alguns passos, a Qualys recomendou que seus próprios clientes façam uma varredura com o software de segurança QualysGuard e “apliquem a atualização de segurança o mais rapidamente possível”.

A correção para o Windows DNS Server foi uma das duas atualizações críticas lançadas este mês pela Microsoft. A outra consertava sete brechas no Internet Explorer. Em relação ao patch para o IE, a Microsoft advertiu seus clientes de que “provavelmente veremos exploits desenvolvidos para esta brecha nos próximos 30 dias”. O especialista em segurança Paul Henry, da Lumension, vai mais longe ao dizer que “estamos trabalhando com uma janela de 24 horas [após a liberação dos patches] para que comecemos a ver códigos de exploit em campo”.

Em resumo: O dia seguinte ao da publicação do Patch Tuesday já dá oportunidade a hackers para atacar sistemas desprotegidos, por isso os responsáveis por sistemas Windows deveriam aplicar as atualizações de segurança assim que possível.

Nova solução contra ataques de hackers chega ao Brasil



A técnica do whitelisting (lista branca, em tradução livre) na proteção de computadores e redes contra o ataque de hackers agora está disponível no Brasil com a ferramenta Bit9 Parity. O recurso, oferecido pela FreeDivision, funciona para autorizar aplicativos e dispositivos “do bem”, em oposição à técnica do blacklisting (lista negra), que desautoriza softwares e arquivos mal intencionados.

O que antivírus e sistemas de firewall costumam fazer, a partir do blacklisting, é impedir que malwares cadastrados sejam abertos no computador. Mas com a rápida evolução das técnicas de ataques, muitas vezes os programas de proteção não conseguem identificar arquivos “do mal”. O whitelisting funciona da forma oposta: permite apenas funções e programas conhecidos, bloqueando todo o resto, o que permitiria evitar a entrada de novas formas de invasão mesmo que ainda não conhecidas dos sistemas de proteção.

Assim, a empresa pode pré-autorizar o uso de programas cotidianos, o download de updates em produtos aprovados pela equipe de TI ou assinados por um fornecedor específico. Outros aplicativos seriam inicialmente parados, podendo ser liberados na sequência se os responsáveis pela rede identificarem o programa como seguro. Segundo o chefe do escritório de tecnologia da Bit9, Harry Sverdlove, o programa que agora está disponível no Brasil tem milhões de aplicações cadastradas como “do bem”.

Além disso, o Parity permite monitorar o tráfego de dados e a utilização de aplicativos – informações que poderiam servir, por exemplo, para a criação de uma política de restrições a usuários ou grupos. A empresa que desenvolveu o programa ainda destaca que todas as funções estão disponíveis com dados em tempo real, o que permitiria ações imediatas de prevenção a possíveis ataques.

Comparando a rede a um prédio, o New York Times descreve as duas técnicas de proteção como sendo a portaria. No blacklisting, elementos potencialmente maldosos seriam barrados na entrada, mas outros que não aparentassem risco seriam liberados. No whitelisting, apenas pessoas com cartão de acesso, por exemplo, teriam acesso ao edifício, enquanto todas as demais não passariam as catracas.

A técnica da lista branca seria, conforme especialistas ouvidos pelo jornal americano, mais eficiente para a proteção de computadores e redes comerciais. O Bit9 Parity, por exemplo, teria impedido um ataque ao Laboratório Nacional de Defesa dos Estados Unidos, invasão que foi tentada de modo semelhante à que aconteceu contra a RSA Security, em que chaves de acesso eletrônicas corporativas foram roubadas.

Apesar de apontados como tendo maior eficiência, de acordo com o NYT, os softwares que trabalham com whitelisting estariam instalados em apenas 10% a 20% dos computadores corporativos, enquanto praticamente todas as empresas têm firewall ou antivirus para proteção contra malwares.

Grupo de Hackers divulga Log-ins de servidores públicos




As credenciais dos funcionários do Centro de Atendimento ao Cidadão, que atende cidadãos em áreas burocráticas e de questões legais, foram roubadas pelo Grupo de Hacker Sophia, como é conhecido, após hackear o MySQL Database do órgão público. O roubo também inclui o MD5 password hashes.

O grupo de hackers, agindo sob o lema ‘Separados nós somos uma grande dor de cabeça, mas juntos…uma verdadeira lenda!’, divulgou publicamente as informações sigilosas nas redes sociais e plataformas de compartilhamento.

“Enquanto a mídia e autoridades da lei focam as atuais ‘estrelas’ da indústria de hackers como Anonymous e LulzSec, mais e mais pequenos grupos ou indivíduos estão assumindo papéis similares em médias e pequenas comunidades”, disse Catalin Cosoi, responsável pelo Laboratório para Ameaças Online da Bitdefender. “Este tipo de ação é uma extensão derivada da larga agenda política dos principais ativistas hackers, alimentados pelo descontentamento desses agentes locais, que também explicam sua agitação.”

Conforme outra plataforma de compartilhamento de conteúdo, o Grupo Sophia Hacker também é responsável pela recente ‘destruição especial’ de sites pertencentes a outras instituições públicas, como a Polícia Militar do Estado do Sergipe ou o Município de Itambaracá, com uma população de alguns milhares no Sul do Brasil.

Outro incidente resultou em um significativo vazamento de informações no Brasil no começo desta semana, quando um hacker aparentemente violou o banco de dados de um site de e-commerce e revelou informações de mais de 1.500 clientes. Todos os nomes de produtos e companhias mencionados são para fins de identificações apenas e são de propriedade de, e podem ser marcas de, seus respectivos proprietários.

Ataque Cracker rouba oito mil senhas do Hotmail em seis dias



Um ataque Cracker direcionado aos internautas brasileiros conseguiu roubar 8 mil senhas do Hotmail em apenas 6 dias. Um estudo divulgado nesta terça-feira pela ESET apontou o método utilizado para a captura das senhas.

A fórmula é extremamente simples. A partir de um link com uma página gêmea, que imita o visual da interface de entrada do e-mail, os usuários inscreviam seu endereço e senha, mas envés de serem direcionados às suas respectivas contas, enviavam as informações para a base de dados dos hackers.

Após terem as informações, os Crackers partem dos e-mails já capturados para enviar informações falsas a terceiros, distribuindo o golpe aos contatos do usuário. Segundo o relatório, nesta fase do ataque, as vítimas tiveram seus computadores infectados a partir de mensagens falsas sobre um suposto vídeo da presidente Dilma Rousseff e fotos da morte de Amy Winehouse.

A ESET efetuou ainda um estudo sobre as senhas roubadas. Segundo eles, a metade dos usuários utiliza senhas de combinações de números simples com “123456″. A outra metade cadastra sua segurança com palavras simples e comuns, de fácil combinação, como “jesuscristo”, “deuseamor” e “MARCELO”. A empresa alertou sobre a fragilidade desse tipo de senha e indicou combinações que alternem números e letras, além de caracteres especiais.

Fórum de desenvolvedores da Nokia sai do ar após invasão



A Nokia retirou do ar seu fórum para desenvolvedores após detectar uma invasão de hackers à plataforma de discussão. Segundo comunicado divulgado pela empresa, uma tabela de banco de dados que continha endereços de emails de desenvolvedores foi acessada explorando uma vulnerabilidade no software de publicação de boletins.

De acordo com a Nokia, inicialmente a empresa acreditava que um pequeno número de usuários tivesse sido afetado, mas a investigação do incidente apontou que o número foi “significativamente maior”. O banco de dados vazado inclui, além dos endereços de email, dados como data de nascimento e nomes de usuários em serviços como MSN, ICQ, Skype e Yahoo de cerca de 7% dos membros. A empresa afirma que nenhum dado sigiloso, como senhas ou números de cartões de crédito, foi afetado.

“Embora a vulnerabilidade inicial tenha sido resolvida imediatamente, nós deixamos a comunidade de desenvolvedores offline como medida de precaução, enquanto conduzimos investigações e avaliações de segurança”, afirma a empresa em nota. A Nokia afirma que não teve conhecimento de nenhum uso indevido das informações acessadas e acredita que o úncio impacto para os usuários afetados seja o recebeimento de emails não solicitados.